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Marcas driblam politicamente correto para produzir conteúdo

A tendência da visão predominante do politicamente correto no Brasil e no mundo precisa ser driblada por marcas que produzem conteúdo. Esta é a conclusão do primeiro debate desta manhã no 5° MediaOn, seminário internacional de jornalismo online realizado em São Paulo.

O diretor de Marketing da Nissan, Murilo Moreno, e o diretor de Inovação e Criatividade da Coca-Cola, Gian Martinez, contaram como suas marcas administram a questão. Segundo Moreno, que apresentou o case dos “Pôneis Malditos”, que foi investigada pelo Conar (órgão que fiscaliza a propaganda no País, o politicamente correto se instalou no País e as marcas precisam se adaptar.

“O politicamente correto é cultural, é uma questão de as minorias se posicionarem, não adianta achar que é passageiro. O humor de hoje em dia é diferente de 40 anos atrás. Entender o momento da cultura”, disse. Moreno citou o humor dos Trapalhões, marcado por traços que indicavam o racismo e o preconceito de origem, para mostrar a evolução dos conceitos.

Martinez preferiu dizer que a Coca-cola tem uma história de se posicionar como “culturalmente correta”. Ele citou um comercial do início do século passado, anterior à liberação feminina, que colocou a marca na vanguarda da conquista das mulheres.

“Em 1918 a Coca-cola colocou um anúncio de uma mulher sozinha. A mulher estava sozinha em um bar e isso não fazia dela uma… entendemos. O que buscamos é ser culturalmente correto. Nossa posição não vai necessariamente de encontro com as políticas vigentes. Este é o papel de uma marca livre”, declarou.

 

Leia mais em: http://noticias.terra.com.br (24/11/2011)

 

 Cigarro e propaganda: Senado aprova MP

 

Presidente Dilma Roussef ainda pode vetar dispositivo que regulariza ações de marketing de cunho institucional por fabricantes de cigarro

 

23 de Novembro de 2011 • 11:23

 

O Senado aprovou na noite da terça-feira 22 a medida provisória que, dentre outros temas, regulariza a permissão às empresas fabricantes de cigarro para a realização de ações de marketing de cunho institucional, como patrocínios a eventos e premiações.

A Medida Provisória 540/2011 trata do aumento de preços e impostos de cigarros e estabelece uma série de restrições para a indústria do cigarro. Mas estabelece que as medidas não se estendam à divulgação institucional dos fabricantes, permitindo, de acordo com o texto, “qualquer modalidade de informação ou comunicação que não se refira ao produto em si mas sim a empresa ou instituição visando a disseminação de sua marca e imagem e não a promoção de seus produtos”.

A proposta foi aprovada com apoio da bancada governista. A MP-540 segue agora para sanção da presidente Dilma Roussef.

No entanto, os líderes do governo se comprometeram a solicitar o veto presidencial ao dispositivo que regulariza a propaganda institucional para os fabricantes de cigarro, sob a justificativa que a permissão entraria em choque com Convenção-Quatro para o Controle do Tabaco, da qual o Brasil é um dos 170 países signatários.

O tratado internacional dispõe de diversas medidas para reduzir a epidemia do tabagismo. As advertências nos maços de cigarros estão incluídas entre as diretrizes da Convenção, assim como o banimento total da publicidade de cigarros.

Leia mais em: http://www.meioemensagem.com.br (23/11/2011)

 

Perfil do Profissional de Marketing no Brasil

 

Mulher, analista de Marketing, trabalha há mais de um ano na mesma empresa de pequeno porte, é formada em Marketing, tem entre 25 e 45 anos, pós-graduação ou MBA, trabalha com uma verba de até R$ 500 mil, pretende ficar na mesma companhia no próximo ano e fazer uma nova pós-graduação. Acredita que será promovida, tem como desafio conseguir mostrar o valor que o Marketing pode proporcionar à organização e está satisfeita com seus fornecedores.  Este é o principal perfil do Profissional de Marketing no Brasil.

O mapa da profissão traçado pelo Mundo do Marketing em pesquisa realizada em conjunto com a Michael Page mostra a predominância da mulher na área. Elas são a maioria, ocupando 57,5% dos postos de trabalho. O levantamento realizado pela internet em setembro de 2011 ouviu mil pessoas em todo o Brasil. Entre os cargos, 28% são analistas, 19% gerentes, 17% assistentes, 14% coordenadores, 7% estagiários, outros 7% diretores, 5% supervisores e menos de 1% presidentes. A conta fecha com 2% exercendo outros cargos.

Contrariando a percepção de que o profissional de Marketing permanece por pouco tempo na mesma empresa, apenas 17% têm menos de um ano de casa. A maior parte (44%) tem entre um e cinco anos. Os veteranos, com mais de 10 anos na mesma companhia, somam 17%, enquanto 22% têm entre cinco e 10 anos de casa. Destes, 37% pretende ficar na mesma empresa no próximo ano acreditando que será promovido.

Leia mais em: http://mundodomarketing.com.br (21/11/2011)

 

 

 

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